Há anos que se aponta como urgente uma reorganização da arbitragem. Do mesmo modo que se fala da centralização dos direitos televisivos como uma alteração estruturante que urge fechar. Nem uma nem outra parecem ter resolução à vista tão cedo. O Conselho de Arbitragem (CA) apresentou um projeto para criar uma entidade externa que gerisse os árbitros. Fê-lo sozinho, deixando para trás a Liga e a Associação de Árbitros. Mas a intenção de avançar o mais rápido possível esbarrou na queda do Governo. É que a nova entidade dos árbitros obriga a mudar a lei. Um passo que já só será dado na nova legislatura. E é preciso esperar para ver se o novo poder político, seja ele qual for, está de acordo com a visão do CA (e depreende-se que da atual direção da FPF, que termina o último mandato este ano). Como aqui se escreveu na semana passada, os clubes estão longe de se entender quanto à centralização dos direitos televisivos, apesar das projeções otimistas nas quais o líder da Liga, Pedro Proença, insiste. Sem fumo branco até 2026, terá de ser o Governo a determinar como se reparte os milhões da TV. Está visto que, perante a pressão alta, é bola para a frente.
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