Em causa está a pílula do filme de ficção científica ‘The Matrix’. Aquele em que, após revelar a ‘Neo’ (Keanu Reeves) que a sua vida não passa de uma ilusão fabricada pelas máquinas que escravizaram a Humanidade, ‘Morpheus’ (Laurence Fishburne) lhe dá a escolher entre um comprimido azul, que lhe permitirá voltar a viver na ignorância, e um vermelho, que o fará lutar por um Mundo melhor.
Tudo indica que o vermelho teria pouca saída em Portugal. São poucos os que admitem enfrentar o peso cachalótico do Estado, as armadilhas do ‘crédito fácil’, os estrangulamentos na Justiça, a má qualidade do ensino ou a destruição do sector produtivo nacional.
É lamentável. Se o pior canastrão de Hollywood triunfa (ainda que à custa do seu sacrifício) no final da saga ‘The Matrix’, também os portugueses poderiam lá chegar caso optassem pelo azul.
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Por Carlos Rodrigues
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