Um dia, depois de muita insistência, acertei com um parisiense, sem ele entender o significado valorativo da frase, que talvez se pudesse dizer ‘du cercueil (caixão) au caveau (cova, cave)’.
Ontem inquietei um interlocutor numa visita ao local onde Nicolas Sarkozy deseja festejar no domingo à noite a passagem à segunda volta das presidenciais quando ele me disse: “Esta é a sala caveau”. Ri-me. E contei-lhe a história. Conversámos sobre traduções literais e superstições. François Bayrou nunca diz segunda volta porque acha que dá azar. Sobre Sarkozy, fiquei a pensar que para ele bebedeira é o poder. Com uma vertigem ‘de caixão à cova’.
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Por Carlos Rodrigues
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