Teixeira dos Santos já enviou uma mensagem de contenção para todo o sector empresarial do Estado, mas já existem eventos em curso, como é o caso do almoço organizado pelo sector segurador do Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde o ex-ministro das Obras Públicas Mário Lino foi recentemente nomeado presidente do conselho fiscal.
Outras festas já marcadas são as do Banco Espírito Santo, Portugal Telecom (este ano com razões de sobra para celebrar, em virtude do negócio milionário com a VIVO), Montepio Geral, Banif e BCP.
Ao concurso das centrais fotovoltaicas, accionistas de uma empresa cotada criaram uma sociedade paralela e foram sozinhos.
Já no concurso das mini--hídricas, onde o Estado espera encaixar 200 milhões, ninguém pagou a caução.
Multiplicam-se as perguntas sobre quais os activos que ainda tem o BPN. Está na hora de Norberto Rosa e Francisco Bandeira quebrarem o silêncio.
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Por Carlos Rodrigues
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