O peso do Estado empregador impôs muita coisa que ninguém parecia aceitar. A máquina burocrática jogou com a força da lei, manifestou-se com medidas administrativas e inspecções às escolas. Um simulacro de avaliação está em curso. Os professores cidadãos compreenderam, por seu lado, que a única forma de mudar a política será trocar de maioria. E terão as suas ideias sobre se isso é o melhor.
Nas escolas, onde não se vive de fantasia, nem de manobras mediáticas, nem de estratégias partidárias, os professores têm de reflectir sobre a situação. O que o futuro não quer é que eles façam política-espectáculo na Educação. As facetas da crise actual que nos inquieta mostram que o importante é os cidadãos terem mais conhecimento, mais competências, mais capacidades para enfrentar e vencer os problemas.
Não interessa ter a escolaridade completa se não se adquiriu saber e temperou a vontade. Inquieta ver jovens desasados com diploma na mão sem ideia do que fazer perante as dificuldades de emprego e falta de projectos de vida. Dos mestres espera-se que ensinem a vencer. E saibam convencer.
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Por Carlos Rodrigues
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