Quem não sabia, fica agora a saber: os ‘estados de emergência’ serão renovados as vezes que forem precisas para ‘achatar’ a famosa curva. O que significa, em linguagem de gente, que a prioridade não estará, como devia ter estado, na testagem, no isolamento e no tratamento dos doentes com Covid-19. A ideia é ir fechando a economia; deixar de tratar os doentes não-Covid; e esperar pela vacina, partindo do pressuposto de que o mesmo governo que foi incompetente para lidar com o vírus será primoroso na hora de vacinar o país.
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Por Carlos Rodrigues
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