A imagem mais triste da semana aconteceu quinta-feira, em Oeiras, e foi publicada nas redes sociais da Segurança Rodoviária. Nove figuras em pose, sete a sorrir. Parecia ser uma celebração. Mas tratava-se da apresentação dos trágicos resultados da sinistralidade no Natal e Ano Novo: 26 vítimas mortais contabilizadas por GNR e PSP. Foi o final surreal de um 2023 para esquecer. Como é que sabemos que os mortos nas estradas voltaram a aumentar, comparando com 2022? O contrário não foi anunciado na quinta-feira. Reforçou-se o não aproveitamento da baixa na sinistralidade que os confinamentos pela pandemia nos ofereceram. A estratégia única de aumento da fiscalização, a quem todos chamam ‘caça à multa’, está provada errada por sucessivos maus resultados. Pouco interessa ter mais apanhados no radar e balão se os mortos sobem sem travão. Sobre a infeliz foto de quinta-feira, obrigado ao presidente da ANEPC e ao coronel da GNR pela sobriedade. Lamento que Patrícia Gaspar, a governante mais empenhada e mais bem preparada na sua área - e que me dizem ser humana e empática -, se tenha deixado envolver no ‘boneco’ em que não se deve rever.
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