Falava-se da Europa a duas velocidades: uns países como motores do desenvolvimento, outros que se arrastavam junto do precipício económico. Em Portugal, porém, atingimos um novo paradigma: um país a duas realidades. Por um lado, o país dos sinais positivos na economia, das exportações a crescer, um país melhor. Por outro, o país da austeridade, dos brutais cortes salariais e nas reformas, do desemprego, da emigração forçada. Esperava-se mais de quem lidera a Nação – soluções equilibradas e não uma política que só destrói o patamar de desenvolvimento que se começou a construir há 40 anos.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Não parecendo uma pessoa extrovertida, o Papa Leão XIV transmite algo de ternurento e carinhoso.
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