Renée Nicole Macklin Good, cidadã norte-americana de 37 anos, mãe de três filhos, música e poeta laureada pela Academia de Poetas dos EUA, foi assassinada a tiro no dia 7 de janeiro, em Minneapolis, no Estado do Minnesota. O homicída é agente da Polícia de Imigração e Fronteiras (ICE), que adquiriu um poder descomunal por força do “One Big Beautiful Bill Act”, nome saído da imaginação megalómana de Donald Trump e que significa, à letra, “uma lei grande e bela”. A agência conta com 20 000 agentes e irá recrutar mais 10 000 em 2026. Notabilizou-se na execução fiel de uma doutrina que considera qualquer imigrante sem documentos um delinquente perigoso, a encarcerar como um animal feroz e a exportar para um destino aleatório. Tem espalhado o terror em vários Estados, separando famílias e retirando trabalhadores das empresas, contra a vontade das próprias autoridades locais. Em 2025, capturou 328 000 pessoas, das quais deportou 327 000, a que se juntaram 1 900 000 deportados “voluntários”.
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Donald Trump não vai desistir de conquista a maior ilha do Mundo.
Será muito difícil que a paz social se mantenha nas nossas universidades e institutos de investigação.
É o mais complexo dos romances, o mais citado e o mais querido, ligado a Cervantes como um todo inseparável.
É caso para Trump ouvir uma voz dizer-lhe: “Por que me persegues?”.
Enquanto o povo falar, cabe ao resto do mundo não desviar o olhar e, pelo menos, continuar disposto a ouvir até ao fim.
Eis a melhor definição que conheço para um jornalismo de investigação atento, corajoso e disposto a enfrentar os poderes.
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