Quando “Bad Bunny” salta nos EUA logo se produzem complexas análises em Portugal sobre o futuro da cultura ocidental. Portugal também tem o seu próprio Coelho, cujos passos desencadeiam igualmente complexas análises. A situação criada pelo nosso Coelho doméstico é estranha. Nas últimas semanas, abandonou o estilo espectral da última década e transformou-se na maior oposição ao Governo. Ora, o Governo é do seu partido e as coisas nem estão desastrosas. Porquê a abordagem fratricida? Porquê agora?
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A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
O PR vai ser fundamental para encaixar as mudanças no sistema, não para as exacerbar.
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