Facto que, de resto, só merece especial atenção por permitir meditar um pouco nas actuais turbulências desta nossa Europa. Augusto foi um hábil estadista. Logrou unir uma Roma ainda convalescente de guerras civis devastadoras e fomentar um renascimento político, económico e cultural – foi protector de Mecenas – que seria a base de uma consciência de império que está na origem do nosso actual eurocentrismo. E foi durante o seu reinado que nasceu Jesus Cristo.
Essa Europa da ‘pax romana’ era porém diferente da de hoje. Após a eliminação das ameaças do norte de África (Cartago, Cleópatra e Marco António), a componente mediterrânica do império afirmou-se, dando origem ao conceito de ‘mare nostrum’.
Só alguns séculos mais tarde é que viria a verificar-se a intervenção da Europa nórdica, a qual costuma ser associada ao final do império romano.
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