Mas como chegar a 2014 sem o carimbo da austeridade? Eis o dilema de Seguro, que fez da renegociação do memorando e de políticas de crescimento os seus cavalos de batalha. Sem eles, Seguro estará condenado a cavalgar uma mula. E, de mula, não vai longe: terá uma parte do PS contra ele – e uma parte do seu eleitorado a fugir-lhe para a concorrência de esquerda.
Perante este cenário, não admira que PSD e CDS já admitam eleições em 2014. E por que não? Perdido por cem, perdido por mil. E, além disso, se a troika se despedir mesmo de nós e se a economia não desiludir no próximo ano (ler o boletim do Banco de Portugal), talvez as favas não estejam completamente contadas. Sobretudo com um PS em guerra civil.
Texto escrito com a antiga grafia
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Por Carlos Rodrigues
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