No ar, resta agora um único ‘reality show’ e um ameaço. Se o primeiro elogia a paródia nacional, com recrutas que desobedecem às ordens superiores e um ‘entertainer’ cheio de tiradas maldosas, o outro mais não é do que um hino à diversidade. Programa equilibrado, um pouco à frente no tempo, ‘Esquadrão G’ não regista grandes audiências, mas também não ofende ninguém. É um programa honesto, em que os apresentadores assumem a sua homossexualidade sem alarido e ajudam os concorrentes a cultivar uma imagem, sem recurso a cânones estafados. É isso que distingue a eficácia de ‘Esquadrão G’ da infelicidade gritante de ‘Senhora Dona Lady’. Na TV, como na vida, a sinceridade tem um preço. Vende pouco, mas vale mais.
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