Sei que é um privilégio em cada manhã abrir a janela e ver o mar. Todos os dias é diferente. Nos caprichosos reflexos do sol, na linha perfeitíssima que o separa das nuvens, nas mil sombras e reflexos que constantemente recria, numa quietude de quem está longe e não sente o balanço das ondas. E saber que do outro lado, perdido e invisível, há um outro continente igualmente banhado pelo mar mas com a vida a mover-se como se fora outro mundo. Tio Sam passeia-se pelas nuvens numa espécie de controlo remoto. Aponta num diário o que terá de ler a alguém a partir dum pergaminho embrulhado que os mortais lá em baixo vão compondo no seu pensar e no seu agir na estrada do bem e do mal.
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Por Carlos Rodrigues.
A velha lógica clientelar que comprou o SIRESP continua a matar hoje.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
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