Carlos Garcia
Presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação CriminalOs cortes anunciados nas "despesas de funcionamento" da PJ (cerca de 60%) geram um crescente e preocupante sentimento de revolta nos investigadores. Como compreender cortes de 76% em rubricas como combustível (menos que a ASAE, o SEF e a Presidência de Conselho Ministros…)?
Ou no material necessário ao Laboratório de Polícia Científica? Ninguém percebe…
Incompreensível foi também a (não) reação da Direção Nacional (DN) da PJ. Sabia do Orçamento desde agosto e agora fala de ‘flexibilidade’? Não atirem poeira para os olhos, nem subestimem aqueles que no quotidiano, abnegadamente, com prejuízos pessoais, sem segurança(s) ou mordomias, combatem o crime. Assumam que não estiveram à altura!
A nudez forte da verdade é que a tutela e a DN da PJ não souberam defender a PJ e um orçamento que possibilite um mínimo de operacionalidade. A despesa na PJ é investimento: só uma brigada de 9 investigadores permitiu ao estado a poupança de 130 milhões, mais do que o orçamento da PJ…
Porque não replicar este modelo em áreas como a Segurança Social, fraude fiscal e outras?
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