Os dois são polícias, um do Porto, o outro de Nova Iorque. Um está detido por ligação ao mundo do tráfico de droga, o americano ajudou um mendigo e agora é um herói. Duas formas de interpretar a farda e que marcam, para o bem e para o resto, as suas corporações.
O chefe Fernando Mendes foi esta semana detido por actividade criminosa. Alertava os traficantes de droga do bairro da Sé para as operações policiais e, em troca, era pago. Tratava-se do ‘folar’, como ele próprio chegou a apelidar o suborno. Do outro lado do Atlântico distingue-se Lawrence DePrimo. Um acto de bondade para com um mendigo foi fotografado por um transeunte e a imagem logo se espalhou pelo mundo. Tocado pelo sofrimento do pedinte, DePrimo ofereceu-lhe uma par de botas e aqueceu um pouco a sua vida. Ao jornal ‘The Times’, explicou o porquê de ter guardado o recibo da compra do artigo. Simples. Para se lembrar de que, "às vezes, há pessoas em pior situação do que nós".
Exemplos de que os momentos cinéfilos do bom e mau polícia podem ter outra leitura. E bem real.
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Por Carlos Rodrigues
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