Restará na maioria desses casos a certeza de que os investigadores tudo fizeram para chegar aos culpados. Mas há um homicídio em investigação que, se não for esclarecido, ameaça abalar a confiança na Polícia Judiciária e no Ministério Público: é o caso de Ana Saltão – a inspetora da PJ do Porto suspeita de ter assassinado com 13 tiros de pistola a avó do marido.
Ana Saltão foi detida em 28 de novembro, escassos dias após o crime, com base em indícios tão sérios que o juiz de instrução decidiu mantê-la em prisão preventiva. O Ministério Público tinha seis meses para terminar a acusação – mas o prazo esgotou-se sem que a inspetora fosse acusada do homicídio. Ana Saltão saiu em liberdade.
O Ministério Público culpa a PJ: as provas são circunstanciais e insuficientes para uma acusação. A PJ queixa-se de tanto zelo do Ministério Público: há arguidos acusados por menos.
Todas as especulações são agora legítimas.
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