Desde o início dos treinamentos pré-Copa, em Weggis, Kaká tornou-se, entretanto, o melhor jogador do elenco brasileiro. E se Ronaldinho Gaúcho é a esperança da torcida, em termos de jogadas espectaculares e lances capazes de desequilibrar o jogo, o craque-galã do Milan é o ponto de equilíbrio do time de Parreira – o homem capaz de fazer o elo de ligação entre os ‘operários’ Emerson e Zé Roberto e as ‘divas’ do ataque.
Tudo isso sem perder também a sua capacidade de fazer golos e jogadas ofensivas. Nos amistosos contra o combinado de Lucerna e a selecção da Nova Zelândia, Kaká foi um dos artilheiros e participou, activamente, em quase todos os golos. Mais que isso, chegou a cobrir Cafú, na lateral-direita, e ir à linha de fundo, como autêntico ponta.
Conseguiu ser, ao mesmo tempo, operário e diva. Arco e flecha, como se diz na gíria. Um cracaço. Se repetir as actuações na Copa, o Brasil fica ainda mais perto do hexa.
Dá-lhe, garoto!
Adriano, outro componente do ‘Quadrado’ sem tanta badalação, também foi muito bem nos treinos. Acabou a fase de preparação como artilheiro do time – marcou três vezes. Ronaldo fez dois golos (como Kaká), Juninho idem e Robinho e Lúcio um cada.
Não percam. Sérvia-Montenegro e Holanda tem tudo para ser um jogaço. É o primeiro dos três clássicos do chamado Grupo da Morte (que tem ainda a Argentina). Quem perder logo mais já fica numa situação dramática.
Maré Braba. É séria a crise da Croácia. Nada menos do que oito jogadores foram contaminados por um estranho vírus e correm sério risco de não enfrentar o Brasil na estreia. A delegação croata não informa que tipo de vírus atacou os seus craques.
Felipão. Estreia hoje a selecção portuguesa de Felipão. Merece atenção. Scolari, além de bom técnico, é ganhador e cresce na adversidade. Como tem sido duramente criticado pela Imprensa de Portugal, periga repetir o que houve com o Brasil, em 2002... Isola!
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