Mas o panorama seria ainda mais negro sem a atuação providencial do português que preside à Comissão Europeia (CE)… Isto é, pelo menos, o que se depreende das palavras proferidas na semana finda pelo próprio Durão Barroso: "Se não fosse um português à frente da Comissão Europeia, a orientação [para Portugal] teria sido muito mais no sentido do rigor, sem a dimensão social, sem a dimensão do equilíbrio entre a consolidação e o apoio ao crescimento." Já sem falar do elogio em boca própria, é preciso ter desfaçatez… De facto, no que toca ao ‘resgate’ de Portugal, Durão fez jus ao nome, alinhando com os partidários da austeridade mais feroz. No âmbito da troika, a CE suplantou, aliás, em rigor o próprio FMI.
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Por Carlos Rodrigues
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