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Quando, pelos anos 80, começaram a chegar os primeiros formados em Educação Física, técnicos com canudo universitário, houve uma distinção: eram os ‘professores’, por força da erudição. Temos, assim, duas classes de treinadores: os ‘misteres’ e os ‘professores’. Mister Cajuda e professor Neca, por exemplo.

Mas, no futebol português, entre técnicos e dirigentes, são raros os que se fazem tratar por ‘senhores’. Porque ser ‘senhor’ não é para todos. Muito teria a ganhar o Benfica com o regresso do senhor Eriksson. A ganhar em reverência e em classe. Quanto a resultados desportivos, isso é outra história.

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