Foi um rasgar de elogios a Ivo Rosa. De Sócrates a Santos Silva, passando por Salgado ou Vara, todos enalteceram o comportamento do juiz de instrução. Não contestaram factos, optaram por discutir intenções. Discursos inflamados com dois alvos precisos: o primeiro Carlos Alexandre; seguiu-se Rosário Teixeira. Dois magistrados que agiram em conluio para atacar o socialismo socrático, não aceitaram a bondade da explicação dos empréstimos, dos amigos, das teias de favores que mandavam no País.
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Responsabilidade política não pode ser só uma folha seca ao sabor do vento.
Qual seria a escolha do sempre presente Francisco Sá Carneiro?
Varandas, Viana e Palmeiro estão de parabéns e provavelmente até Rui Borges.
Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Ganha projeção uma ordem multipolar de contenção
E como os últimos filmes de Canijo mostram: o que se passa na tela não é uma vida menor ou falsa, é uma outra vida; uma outra possibilidade.
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