A equipa portuguesa, depois de marcar aos 27’ – excelente passe de Tiago e finalização de Meireles –, lançou-se para uma segunda parte de loucura.
Os coreanos, que estiveram bem contra o Brasil, foram ultrapassados pela velocidade e técnica dos lusos. Pressing alto, recuperação rápida da bola e transições ofensivas em velocidade fizeram com que Portugal estivesse irresistível.
Coentrão e Simão pelo lado esquerdo criaram muitas situações de perigo, enquanto Hugo Almeida abria espaços para Tiago e Meireles entrarem pelo meio.
Seis dos sete golos foram marcados por jogadores diferentes, o que mostra a preocupação de todos os elementos, num belíssimo jogo colectivo.
Estamos quase nos ‘oitavos’, mas sem embandeirar em arco, a confiança e a alegria de jogar voltou à equipa de todos nós.
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Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
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É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
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