Kant tinha uma "faceta misógina", Darwin era "racista", Gauguin "pedófilo", Voltaire "defendeu" a escravatura, Hemingway revelou "antissemitismo", a estátua que Miguel Ângelo fez de ‘David’ é "pornográfica", a peça ‘Romeu e Julieta’, de Shakespeare, pode levar espectadores ao "suicídio". Os cem exemplos escolhidos por Pedro Correia para o livro ‘Tudo é Tabu’ (ed. Guerra & Paz) sublinham alguns dos absurdos da atual tendência para condicionar a liberdade de expressão, com "patrulheiros" a "ditar dogmas" e a "decretar anátemas". Tudo para "não estigmatizar antigas e novas tribos identitárias a pretexto do sexo, do género, da etnia, da religião, da cor da pele, da idade, do peso, do aspeto, do sotaque, da condição social".
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