Domingo à noite, saiu pela porta grande, por ter marcado os dois golos que deram a vitória ao Benfica sobre o velho rival. A verdade é que a sua profissão é marcar golos, mais do que jogar bem, e não se pode dizer que a vida lhe tenha vindo a correr mal. Nascido há 27 anos na cidade de Dr. Juan Eulogio Estigabarria, no Paraguai, foi na Argentina, ao serviço do Newell’s Old Boys que o seu nome começou a ser falado como goleador. Pelo seu físico longilíneo ganhou a alcunha de Tacuara (uma cana, estilo bambu, que atinge comprimentos acima dos dez metros). Na Luz (onde chegou depois de Paulo Bento o ter tentado trazer para o Sporting, tendo-lhe faltado aquilo com que se compram os melões), pese alguns altos e baixos, tem mostrado serviço e golos, muitos. Será justo pedir mais?
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.