Bastaria arranjar uma ilha de difícil acesso e deixá-los viver lá, segundo as leis das suas naturezas, e esperar que ninguém desse por isso.
Mas Portugal só tem as ilhas Selvagens, difíceis de converter em parque jurássico, e os dinossauros em causa também nunca iriam fazer companhia às cagarras de livre vontade.
A realidade é que, enquanto Isaltino Morais queima papéis na Carregueira e Valentim pode fumar charutos em roupão, Passos Coelho tem novas preocupações. Não graças ao estraçalhado Fernando Seara. Em causa está o frenético Luís Filipe Menezes, derrotado com estrondo nas duas margens do Douro, e que já provou ter apetência para regressos improváveis, e o sereno Rui Rio, que viu o sucessor implícito triunfar no Porto e ficará agora serenamente à espera da derrota de Passos e de qualquer Seguro que venha a seguir, mesmo com uma maioria parlamentar relativamente estável.
Embora seis anos seja muito tempo para um homem providencial. Até em anos de dinossauro.
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Ventura é um perigo para a democracia que o PSD agora abraça.
Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.