Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoEste reforço deve-se ao desastroso colapso das finanças gregas – um país que previa para 2009 um défice de 3,7% mas que acabou por atingir os 12,7% e que só no Outono alertou para os problemas. Já todos pagámos de forma muito cara esse erro grego. Os novos pacotes de austeridade que em toda a Europa estão a pressionar a economia e a tirar rendimento disponível às famílias são o remédio encontrado pelos políticos que mandam na UE para lutar contra o contágio grego e defender a moeda única.
A crise tende a reforçar a burocracia de Bruxelas ao serviço de um directório dos mais fortes. O Tratado de Lisboa, que tanta tinta fez correr e que originou uma pomposa festa nos Jerónimos, jaz morto e enterrado. Os países têm cada vez menos poder autónomo, especialmente os que são da Eurolândia. A adesão ao clube do Euro retirou a cada país a política monetária e cambial. Agora, com o controlo orçamental, a política fiscal de cada país fica cada vez mais reduzida a um conjunto de escolhas sobre males menores. As decisões importantes sobre a nossa vida já não são tomadas no Terreiro do Paço ou em S. Bento.
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