A estação de Queluz não fez a coisa por menos e destacou cinco pesos-pesados para a reportagem de Londres: três jornalistas da informação dita "séria", Judite Sousa, Júlio Magalhães e Cristina Reyna – sempre discreta e segura – e dois comunicadores mais "populares", especialistas da área do divertimento, Felipa Garnel e Manuel Luís Goucha.
Esta aparente rendição de nomes de referência da televisão ao melhor estilo cor-de--rosa veio confirmar que não há bom ou mau jornalismo em função dos temas propostos, mas bom ou mau jornalismo quando se consegue ou não oferecer qualidade ao leitor ou ao telespectador, proporcionando-lhe o que procura por um motivo muito simples: é isso que lhe interessa.
Fiquei algum tempo, mais do que contava, preso ao "directo" e às comparações entre o desempenho de cada canal, apenas porque os enviados da TVI – e a eficaz tradução simultânea da cerimónia – me detiveram com informações adicionais, boa disposição e inatacável competência. Ver um trabalho bem feito é um dos prazeres da vida.
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Por Carlos Rodrigues
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É preciso reduzir dependência dos combustíveis fósseis.
Vi Neil Armstrong e Buzz Aldrin andar aos pulos no solo lunar na transmissão televisiva a preto e branco.
As constituições são para durar. Revê-las profundamente pode acabar com elas.
Como pode existir diferença assim entre a escola e a mercearia?