Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA qualidade de redação legislativa baixou tanto que chegamos ao ponto de o corpo da lei nem sequer incluir o espírito da lei. Até o Presidente da República já alertou para a iliteracia com que se se fazem leis em Portugal, mas os casos são cada vez mais graves. Se a lei dos duodécimos fosse aplicada à letra, o subsídio de férias não podia ser repartido. E no resgate dos PPR a confusão é total, colocando clientes em conflito com a Banca. O Governador do Banco de Portugal, no Parlamento, deu um puxão de orelhas à forma como a lei está redigida e obrigou a revisão urgente.
A cada revisão mensal da estatística do desemprego os números pioram. Portugal está no pódio europeu. A tragédia vai continuar, com quase um quinto das empresas inquiridas pelo INE a prever despedimentos. Se não houver uma inversão do investimento e da confiança, aguentar é cada vez mais complicado.
Do lado das boas notícias há a destacar o excelente início de ano da Bolsa. Oxalá seja uma antevisão de uma retoma na economia real. Outro bom indicador é a recuperação do mercado automóvel.
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