Até porque atribuiu qualidades aos menos ‘dotados’, pois os outros são mais propensos a procriar do que a tratar das consequências da procriação.
Sobre os três antropólogos da universidade de Atlanta (EUA), alegadamente interessados nos resultados psicológicos, sociais e escolares das crianças cujos pais estão mais interessados nas suas existências, pesarão suspeitas de obsessão escrotal capazes de servir de matéria-prima para piadas, embora as medições tenham sido feitas através de imagens de ressonância magnética.
Contudo, a lição do estudo – cujas consequências para a Humanidade não irão além de levar algumas mulheres a evitarem relações sérias com detentores de testículos maiores – é a confirmação de que os cientistas capazes de imaginar uma experiência, por mais louca que seja, têm maior propensão a receber financiamento do que os restantes. Seja qual for o volume dos seus testículos, caso os tenham.
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Por Carlos Rodrigues
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