A violência contra as mulheres faz parte do quotidiano, tal como a resposta ao drama entrou numa banal ‘velocidade de cruzeiro’ traduzida num encolher de ombros, o equivalente a uma assumida normalidade. E entre esta ação-reação não se vislumbra uma esperança para um volte-face. Enquanto continuarem a existir bolsas de complacência por parte da opinião pública, enquanto a lei não for aplicada com a máxima dureza permitida, sem benesses de bom comportamento ou reduções de pena sustentadas em mentirosas afirmações de arrependimento, os agressores vão continuar a afirmar-se pela brutalidade, numa pobre demonstração da sua personalidade.
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Por Carlos Rodrigues
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