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Tânia Laranjo

Tânia Laranjo

Jornalista

Adoecer com moderação

09 de abril de 2026 às 00:30

Primeiro subiram os combustíveis - porque sim, porque podem, porque alguém há de pagar. Depois vieram os alimentos, que agora já não se compram, contemplam-se longamente no supermercado. Pelo meio, os juros arriscam-se a crescer e as prestações da casa passarão a ser um desporto radical. E agora, para fechar o ramalhete, avisam que os medicamentos também podem subir. Faz sentido. Afinal, se viver está caro, manter-se vivo não havia de ser barato.

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