As vitórias de FC Porto, Sporting e Benfica, na mesma jornada em que Sp. Braga e Nacional falharam, parece conduzir este campeonato ao destino de quase todos os outros: acabar por ser uma coisa entre grandes. As curvas e contracurvas desta Liga desautorizam opiniões definitivas, mas a tendência está lá. Os maiores não passaram de repente a ser fantásticos, mas quem os enfrenta já só com dificuldade esconde os problemas.
1.O FC Porto voltou a ter a genialidade de Quaresma e bastou juntar-lhe um pouco de McCarthy e os dois golos de Adriano para conseguir a vitória mais convincente dos últimos tempos. Co Adriaanse parece ter reencontrado o equilíbrio perdido na Reboleira. E consegue-o através de um sistema de alto risco. Enfim, a equipa depende demasiado de Pepe e Paulo Assunção quando não tem a bola, mas a verdade é que ainda ninguém foi suficientemente audaz para o aproveitar.
2.O Sporting passou sem grandes dificuldades em Setúbal. Sim, o adversário está frágil, mas o conjunto de Paulo Bento demonstra solidez atrás (talvez fosse uma ideia impedir Sá Pinto de defender na área…), ganha desenvoltura com Carlos Martins no meio e desta vez nem precisou de ter Liedson.
3.O Benfica assinou uma primeira parte frouxa, mas no final igualou o melhor resultado da temporada ao golear o Penafiel por 4-0. Ronald Koeman voltou a mexer muito, mas o plantel é hoje tão rico que a probabilidade de o holandês encontrar algures uma solução é grande.
4.Tudo isto acontece no momento em que o Nacional dá sinais de fraqueza, o Sporting de Braga hesita e o Boavista, embora melhor equipa na segunda volta, arranca muito de trás.
Depois de passarem os clássicos da Luz e Alvalade saberemos, mas para já parece que a coisa vai mesmo ficar reduzia a três. O que é menos interessante, embora previsível.
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