Caso algum dos candidatos tenha mais de metade dos votos, o próximo Presidente da República vai ser eleito domingo, no meio de um ambiente de pandemia emocional generalizada.
A campanha eleitoral foi um objeto estranho no nosso dia a dia. O debate esteve permanentemente sufocado pelo sofrimento e pela dor coletiva, mas também pelos sinais crescentes de desorientação do poder.
A generalidade dos candidatos insistiu demasiado em temas insuscetíveis de mobilizar os portugueses.
O medo é inimigo da democracia. Só em segurança a comunidade de cidadãos conscientes pode decidir em liberdade. Mas a falta de planeamento é mal que nos afeta o ADN de nação com 900 anos de História. E por isso aqui estamos. Um daqueles 7 candidatos será chefe do Estado.
É obrigação de cada português em condições de votar que o faça. Domingo, o seu CM trará conselhos para votar em segurança, de forma a baixar o risco de contágio. O que está em jogo é demasiado relevante para a nossa vida coletiva para ficar nas mãos do acaso ou da doença. Se à pandemia acrescentarmos a doença das instituições, aí daremos mais um passo para a nossa desgraça coletiva.
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