A um mês das presidenciais, é chegada a hora de os candidatos fazerem o balanço das suas prestações nas entrevistas e nos debates televisivos e, sobretudo, de olhar para as sondagens e perceberem como captar o voto dos indecisos e ‘roubar’ votos aos adversários. É certo que os barómetros são falíveis, a esta distância das urnas, mas quando apontam todos numa mesma direção, transformam-se num indicador importante que não pode ser menosprezado.
Aparentemente, há quatro candidatos para duas vagas na segunda volta: Ventura, Marques Mendes, Gouveia e Melo e António José Seguro. Cotrim ameaçou entrar na corrida, mas cometeu um erro grave, que Marques Mendes não deixou escapar: “Ou se fazem acusações e se provam ou não se fazem”, a propósito das pressões para desistir que disse ter sofrido. Os eleitores não apreciam nada estas coisas.
Mas quem está verdadeiramente pressionada nesta primeira parte da partida é a esquerda. Aparentemente, será difícil a António José Seguro entrar em campo para a segunda parte, a menos que Jorge Pinto e Catarina Martins desistam a seu favor. Pode até ultrapassar um dos três que seguem à sua frente. Mas dois... vai ser muito complicado. Não será, pois, de admirar que os candidatos do Livre e do Bloco de Esquerda acabem por se comportar como lebres e abandonem a corrida mais lá para diante. Não é bonito, mas parece inevitável.
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