A ingratidão é terrível. Luís Montenegro e Hugo Soares estão a ser alvo de uma onda impiedosa de ingratidão. Afinal, tudo o que sabemos sobre as suas empresas e os seus negócios só nos mostra qualidades que não abundam por aí. Os clientes e o que pagam à dupla que comanda o PSD e a Nação e a prosperidade financeira que as suas empresas exibem provam-nos que são bons gestores e líderes sem rival, os políticos do futuro. Sabem recrutar o pessoal, com níveis de rentabilidade estratosféricos no caso da Spinumviva. Sabem angariar bons clientes, têm a arte de tocar todos os instrumentos, seja enquanto advogados ou empresários. Sejam assuntos jurídicos ou não, consoante o Dr. Jekyll ou o Mr. Hyde que, no momento, interpretem. São exímios a comprar barato e a vender caro. Têm o dom de Midas e são imbatíveis a conformar a realidade pessoal à verdade exigível pela lei ao exercício de cargos políticos. Gestores, juristas, estrategas, comerciais, mestres do ‘soft power’ exigido pelo resultadismo próprio da economia e da política, não há tabuleiros impossíveis para a dupla. São fazedores! Os grandes poderes empresariais, do turismo ao jogo, da construção civil aos combustíveis e à agricultura, sabem que podem confiar neles. Aqui e ali, a coisa pode ser muito sulfurosa, é certo, mas, afinal, como se chega ao sucesso sem riscos!? Curvemo-nos e não sejamos lorpas desconfiados.
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