As irmãs do rei de Espanha foram à capital dos Emirados Árabes Unidos ver o pai Juan Carlos e aproveitaram para tomar a vacina contra a Covid-19. Por não pertencerem a um grupo prioritário, as infantas Elena e Cristina teriam que esperar em Madrid pela vacina como qualquer outro cidadão.
Terem sido vacinadas pela porta das traseiras em Abu Dhabi, para onde viajaram carregadas de guarda-costas pagos pelos contribuintes espanhóis, não é apenas imoral. É também ilegal.
A vacinação em Abu Dhabi, ao contrário do vizinho Dubai, está apenas disponível para nacionais e residentes. Curiosamente, as infantas foram inoculadas com a vacina da estatal chinesa Sinopharm, empresa muito dada à realeza e também à corrupção.
O rei Mohammed VI usou a primeira do meio milhão de doses enviado pela China para Marrocos, país que tinha sido usado como cobaia pela Sinopharm. No Peru, a Justiça investiga uma oferta de vacinas feita pela Sinopharm a cinco centenas de ricos peruanos quando o Ministério da Saúde negociava com a Pfizer.
A troco de quê andará a China a oferecer a sua Sinopharm quando outras vacinas tanto faltam em tantos países?
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