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Ex-assessora que acusa Cotrim de assédio sexual diz que "veracidade dos factos" será apurada nos tribunais

Inês Bichão refere que, na segunda-feira, 12 de janeiro, "foi ilicitamente difundido" e sem o seu consentimento o conteúdo originalmente partilhado em contexto restrito e não público.

15 de janeiro de 2026 às 10:52

A ex-assessora do grupo parlamentar da IL disse esta quinta-feira que a publicação sobre um alegado assédio sexual visando Cotrim Figueiredo foi difundida sem o seu consentimento, acrescentando que "a veracidade dos factos" envolvendo o candidato presidencial será apurada nos tribunais.

Em comunicado enviado esta quinta-feira à agência Lusa, Inês Bichão refere que, na segunda-feira, 12 de janeiro, "foi ilicitamente difundido" e sem o seu consentimento, "conteúdo de natureza privada, originalmente partilhado em contexto restrito e não público", na rede social Instagram.

"Essa divulgação está a ser instrumentalizada em contexto de campanha eleitoral, contra a minha vontade, no âmbito da qual não tive nem tenho qualquer intervenção. Os factos em causa foram reportados em sede interna no decurso de 2023", sublinha a advogada e consultora jurídica.

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