page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

José Luís Carneiro acusa Governo de "meter a mão no bolso dos portugueses"

Em causa está a decisão do Governo de reduzir em 1,5 cêntimos o desconto extraordinário do ISP no gasóleo.

21 de abril de 2026 às 13:28

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, acusou esta terça-feira o Governo de estar "a meter a mão no bolso dos portugueses", referindo-se à redução em 1,5 cêntimos do desconto extraordinário do ISP no gasóleo.

"Convém que os portugueses saibam que desde ontem, desde segunda-feira, estão a pagar mais impostos sobre os combustíveis, ou seja, o Governo, em vez de adotar medidas para limitar os efeitos da inflação na vida das pessoas, o que fez foi aumentar os impostos sobre os combustíveis", disse o líder do PS aos jornalistas durante uma visita ao Mercado de Alvalade, em Lisboa.

Em causa está a decisão do Governo de reduzir em 1,5 cêntimos o desconto extraordinário do ISP no gasóleo, mantendo inalterado o desconto na gasolina sem chumbo, na sequência da perspetiva de que nesta semana se iria registar uma descida do preço do gasóleo.

"Em detrimento de aproveitar as propostas que apresentámos, o Governo decidiu meter a mão no bolso dos portugueses que estão a ser mais fustigados com as decisões que o Governo está a tomar", criticou.

Carneiro elencou as medidas nas quais o PS tem insistido, entra as quais "reduzir o IVA sobre os combustíveis para 13%".

"Essa redução do IVA sobre os combustíveis, sobre a eletricidade, significa temporariamente um custo estimado por nós em cerca de 90 milhões de euros, mas traduzir-se-á em ganhos muito significativos para as famílias, para as empresas que procuram fazer face ao aumento com o custo de vida", contabilizou.

O líder do PS assegurou que o partido tem as contas feitas e que estas "são medidas que não colocam em causa a responsabilidade orçamental".

"Temos as contas feitas, elas enquadram-se na responsabilidade orçamental, ou seja, de forma alguma colocam em causa as contas públicas, como o Governo procurou dizer no debate parlamentar, e portanto são medidas exequíveis e que respondem à necessidade fundamental das pessoas", enfatizou.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8