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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Marcelo no sofisticado destino às portas de Lisboa

Marcelo vive em Cascais há décadas

09 de março de 2016 às 15:31

Distinguida pela sua praia de areia branca e pelo cosmopolitismo, a vila piscatória de Cascais tornou-se uma estância à beira-mar e um dos destinos mais sofisticados da área de Lisboa, entre a baía e a serra de Sintra. No século XIX um retiro da monarquia, durante a Segunda Guerra Mundial um abrigo da realeza europeia, a vila transformou-se num espaço de cultura, ao qual se acrescenta uma animada vida noturna. Os vestígios do seu apogeu marítimo mantiveram-se até à atualidade, através dos faróis, fortalezas e a cidadela do século XVII. Tutelado pela Presidência da República, o Palácio da Cidadela abriu ao público a 23 de novembro de 2011, após ter estado desativado durante 50 anos. Com a sua reabertura e recuperação da função de residência de verão do Presidente da República, Cascais passou a contar com mais um significativo espaço cultural. 

49

É este o número de sócio de Marcelo no Grupo Dramático e Sportivo de Cascais, coletividade à qual está ligado há 30 anos. Por vezes, marca presença para assistir às modalidades de pavilhão, no biénio 1989/1991 integrou os órgãos sociais do clube como presidente da assembleia- -geral. A coletividade foi fundada em 1915 como grupo de teatro, assumindo pouco tempo depois uma vertente desportiva. Assim, o nome Grupo Dramático Álvaro Leal mudou para o atual, ao mesmo tempo que foi adotado o lema ‘Arte, Sport e Bem’.

7,5 euros

Em 2015, o professor despendeu este valor para assistir à peça ‘Aqui há revista’ no Teatro Gil Vicente, levada à cena pelo Grupo Cénico da Associação Humanitária dos Bombeiros de Cascais, coletividade com 120 anos. O grupo estreia uma peça todos os anos. Marcelo Rebelo de Sousa é presença garantida nestes espetáculos, prefere ficar sentado à frente, por vezes, assiste sozinho, no final, costuma atirar rebuçados, chocolates, por vezes, flores, para o palco. O Gil Vicente é propriedade da Associação Humanitária desde 1942.

1972

O ano em que abriu portas a Livraria Galileu, altura em que Marcelo Rebelo de Sousa começou a frequentar este espaço de Cascais. "O professor vem cá muito, sobretudo no verão. Sempre que vai à praia, passa por aqui", conta a sócia Caroline Tyssen. Simpático com os clientes, Marcelo Rebelo de Sousa não resiste aos livros – "Compra imensos para a sua biblioteca em Celorico de Basto" – e gosta de surpreender os clientes da livraria. "Ele oferece sempre um livro a quem está na loja, essencialmente aos mais novos", diz.

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