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Primeiro-ministro promete trabalho e defende que Portugal é uma referência no mundo ao nível da estabilidade económica e social.
O presidente do PSD afirmou este sábado que o Governo está focado em não defraudar as expectativas das pessoas, prometeu trabalho e defendeu que Portugal é uma referência no mundo ao nível da estabilidade económica e social.
Estas posições foram transmitidas por Luís Montenegro numa mensagem vídeo divulgada logo após ter sido reeleito com 94,8% dos votos para mais um mandato de dois anos como presidente do PSD.
Na mensagem, o líder social-democrata e primeiro-ministro agradeceu a "expressiva demonstração de adesão e de confiança" demonstrada pelos militantes sociais-democratas em relação à sua candidatura a presidente do PSD, cargo ao qual concorreu sem oposição interna.
"O PSD é hoje o maior partido português, o partido que tem a responsabilidade de governar o país, de governar as duas regiões autónomas, de governar a maioria das câmaras municipais e das juntas de freguesia. Temos, portanto, uma enorme responsabilidade", salientou o primeiro-ministro.
Neste contexto, Luís Montenegro assegurou então que o executivo está focado "em não defraudar as expectativas que foram criadas" pelos portugueses nas últimas eleições legislativas.
"Sabemos que as pessoas, os portugueses, nos confiaram a responsabilidade de olhar pelo seu presente e pelo seu futuro -- e é isso que estamos a fazer. Portugal é hoje um país que é um exemplo na Europa e é uma referência no mundo, ao nível da estabilidade económica, da estabilidade financeira e da estabilidade social", advogou.
Tal como se realça na moção de estratégia política que leva ao congresso do PSD, nos próximos dias 20 e 21 de junho, em Anadia, distrito de Aveiro, Luís Montenegro considerou que Portugal é um "espaço que aproveita a sua localização estratégica" e a sua "apetência para as novas tecnologias, tendo também o "elemento identitário histórico" de ser "um país com pontes com todos os continentes, com todos os espaços e geografias à volta do mundo".
No plano interno, o primeiro-ministro defendeu que no presente em Portugal "aposta-se no trabalho" e os cidadãos "pagam menos impostos sobre os rendimentos do trabalho".
"Em particular os jovens, que são a nossa grande aposta para os próximos anos. Precisamos dos jovens portugueses em Portugal e estamos a fazer por isso também ao nível do regime fiscal. Mas não só ao nível do sistema de educação, ao nível do sistema de saúde, ao nível da habitação, ao nível da mobilidade", destacou.
Luís Montenegro defendeu ainda que o Governo está "a investir na simplificação da relação do Estado com os cidadãos e com as empresas".
"Esta reforma do Estado, este combate sem tréguas à burocracia, é para podermos ser mais competitivos", declarou, antes de se referir aos funcionários públicos.
"Somos um país que aposta na valorização das carreiras de quem está a trabalhar na administração pública", disse.
Uma política que tem um objetivo: "para a administração pública poder ser mais eficiente a tratar dos assuntos que são de todos e dos assuntos que são de cada um dos cidadãos".
No que respeita aos idosos e cidadãos mais pobres, defendeu que o executivo está a olhar para eles, referindo algumas medidas já tomadas nesse sentido.
"Já aumentou três vezes o complemento solidário para idosos, aumentou para 100% a comparticipação dos medicamentos para que [os idosos] não tenham de escolher entre a alimentação e a medicação. Portugal é um país solidário, um país pujante, um país que conta com a sua juventude, e vai ser um país maior", acrescentou.
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