page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

PS defende revisão de carreiras especiais

Programa pede mudanças na forma de progressão de funcionários públicos em que o tempo de serviço conte.

21 de julho de 2019 às 09:29

O PS quer avançar na próxima legislatura, caso vença as eleições de 6 de outubro, com mudanças que permitam corrigir o "desequilíbrio" financeiro causado pelas chamadas carreiras especiais da Administração Pública nas quais o tempo de serviço conta para a progressão, como sucede com os professores. A medida consta do programa eleitoral socialista, aprovado este sábado na Convenção Nacional do partido, em Lisboa.

Num encontro que foi encerrado por António Costa, o secretário-geral do PS e também primeiro-ministro elencou as linhas mestras das propostas eleitorais socialistas, mas começou por fazer um balanço à governação na legislatura que agora termina. Deixou elogios à recém-aprovada Lei de Bases da Saúde - em que toda a esquerda este esteve a seu lado - mas também às mudanças na legislação laboral – na qual o PS teve o apoio da direita. Também não esqueceu o desempenho conseguido na frente orçamental e o trabalho do ministro Mário Centeno.

É para dar continuidade à prestação positiva nas contas públicas que no programa eleitoral do PS se justifica a necessidade de avançar com a reforma das carreiras especiais dos funcionários do Estado. A medida surge inscrita no capítulo intitulado "contas certas para a convergência", no qual é enfatizado o custo anual de 200 milhões de euros para responder às progressões. "O aumento desta despesa não pode continuar a limitar a política salarial na próxima década e a impedir uma política de incentivos na administração pública", diz o texto.

Já na área fiscal, o PS faz promessas, mas não revela medidas nem valores para prosseguir "o esforço na redução da fiscalidade direta", como é referido no programa eleitoral, um documento que assenta em quatro linhas mestras: o combate às alterações climáticas e às desigualdades e as apostas na demografia e na sociedade digital.

PORMENORES

Corrupção afasta 10 anos

No âmbito do programa eleitoral, o PS quer afastar do exercício de cargos políticos quem seja condenado por corrupção. Afastamento poderá ir até aos 10 anos.

Desigualdade penaliza

O PS quer ainda penalizações fiscais para empresas com leques salariais excessivamente desiguais e um sistema de prémios para as que reduzam as desigualdades.

Mais apoio no ensino

Formar equipas estáveis de docentes em "escolas difíceis" e, a nível universitário, oferecer mais 12 mil camas a preços acessíveis para estudantes.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8