Artigo exclusivo
Seis militares foram acusados pelo Ministério Público
Saíam para fazerem operações rodoviárias, mas o dinheiro que ‘cobravam’ nas multas não entrava nos cofres do Estado, mas sim no próprio bolso. Servia para pagar "almoços" ou "cafés" aos militares. Seis elementos da GNR, todos eles, na altura dos factos, a prestar serviço no Destacamento de Trânsito de Setúbal, sediado em Coina, foram agora acusados de corrupção, denegação de justiça e prevaricação.
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