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Número de apartamentos dedicados exclusivamente à prostituição aumenta substancialmente

Novo paradigma revela que há cada vez menos prostitutas de rua. Prostitutas acabam reféns dos proprietários das casas.

12 de abril de 2019 às 21:17
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Número de apartamentos dedicados exclusivamente à prostituição aumenta substancialmente

A prostituição em Lisboa está a mudar. O 'Investigação CM' percorreu as ruas da capital portuguesa e descobriu que ainda há mulheres a fazer trabalho sexual na rua, perto de hotéis de luxo da cidade. Mas há um novo paradigma: há cada vez menos prostitutas de rua e cada vez mais pessoas que vendem o corpo em apartamentos.

Nos últimos anos tem aumentado o número de apartamentos dedicados exclusivamente à prostituição. Há casos em que as mulheres, homens ou transexuais, têm de pagar perto de 200 euros, por semana, apenas para receber os clientes no quarto. O serviço pode facilmente ultrapassar os 150 euros.

É uma realidade pouco conhecida mas com um crescimento substancial. Há cada vez mais trabalho sexual dentro de apartamentos. Normalmente são casas, espalhadas por toda a cidade, onde uma ou várias pessoas recebem quem procura sexo em troco de dinheiro.

Os preços e os esquemas montados em torno das prostitutas são revelados no programa da CMTV.

Muitas vezes estas mulheres acabam reféns dos proprietários das casas.

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