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Procurador do Ministério Público morre em serviço

Presidia a diligência de abertura de um telemóvel.

10 de fevereiro de 2022 às 08:44

O procurador responsável pelos processos fiscais relacionados com o futebol, nomeadamente os casos ‘Prolongamento’ e ‘Fora de Jogo’, morreu na terça-feira durante uma diligência que se realizou no Porto.

Júlio Braga, de 65 anos, coordenador da Secção de Investigação da Criminalidade Tributária no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) de Lisboa, estava a acompanhar a abertura do telemóvel de um dos principais arguidos do processo ‘Prolongamento’, quando se terá sentido indisposto.

Acompanhado por dois elementos da Autoridade Tributária (AT), que também participavam na mesma diligência, pediu para ser levado ao hotel onde estava instalado. Estranhando a demora do magistrado, os elementos da AT voltaram ao quarto, onde o encontraram já sem vida.

O corpo já foi autopsiado, não existindo nenhum indício de crime. Júlio Braga tinha uma grande experiência nas áreas da criminalidade tributária, tendo sido designado coordenador, após a saída do procurador Rui Marques para a Procuradoria Europeia. Deveria subir este ano à categoria de Procurador-Geral Adjunto (PGA).

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