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Correio da Manhã

Portugal

Valentina de 9 anos foi assassinada. Pai e madrasta detidos pela PJ

Menina foi asfixiada. Corpo estava escondido perto de casa, em Peniche.
Tânia Laranjo 10 de Maio de 2020 às 12:21
Valentina Fonseca
Valentina Fonseca
Sandro Bernardo e Márcia tentaram ocultar morte da menina na noite de quarta feira
Valentina de 9 anos
Valentina
Valentina
pai1
Pai da menina durante as buscas
Pai da menina durante as buscas
Valentina Fonseca
Valentina Fonseca
Sandro Bernardo e Márcia tentaram ocultar morte da menina na noite de quarta feira
Valentina de 9 anos
Valentina
Valentina
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Pai da menina durante as buscas
Pai da menina durante as buscas
Valentina Fonseca
Valentina Fonseca
Sandro Bernardo e Márcia tentaram ocultar morte da menina na noite de quarta feira
Valentina de 9 anos
Valentina
Valentina
pai1
Pai da menina durante as buscas
Pai da menina durante as buscas
Valentina, a menina de 9 anos que desapareceu na quinta-feira em Peniche, foi encontrada morta na manhã deste domingo.

O pai, de 38 anos, e a madrasta, de 32, de Valentina foram detidos por serem suspeitos do crime. Não haveria vestígios de sangue na casa. A menina terá sido asfixiada na banheira na noite de quarta-feira e o pai e a madrasta estiveram toda a noite a combinar a morte da criança. 

Na mesma casa estariam ainda outras três crianças, de 11 ou 12 anos, 4 anos e a mais nova com apenas alguns meses. O CM sabe que o pai disse à PJ que a menina tinha sofrido um ataque, que tinha sido um espasmo e que entraram em pânico. O corpo de Valentina foi encontrado escondido, camuflado, mas não estava enterrado. Foi um dos familiares que confessou onde estava o corpo.

Este domingo era o quarto dia de buscas por Valentina. Na quinta-feira o pai viu Valentina pela última vez, quando a aconchegou na cama, ao final da noite de quarta-feira. De manhã cedo já a menina não estava no quarto.

O pai da menina estaria a pensar emigrar com a madrasta e os dois meios-irmãos, ambos bebés. A criança estava perturbada também por mudar as suas rotinas.

Mudou de casa - vivia com a mãe no Bombarral - e foi alojar-se com o pai, a madrasta e os meios-irmãos em Atouguia da Baleia, em Peniche, local onde melhor podia seguir a escola através de aulas online.

Estava longe dos amigos, convivia de perto com dois meios-irmãos.

Mas, para já, a Polícia Judiciária repetiu os interrogatórios aos familiares e às pessoas próximas. Para ver se batia tudo certo, se não havia contradições nos depoimentos.

morte questões sociais Peniche Valentina menina desaparecimento
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