Acompanhante de luxo exige pensão a cliente

"Quem come, paga", diz advogado da acompanhante. Mulher quer casa, Mercedes e loja no Colombo.
Por Tânia Laranjo|25.11.17
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A queixa, que deu entrada no Ministério Público de Gondomar, fala em burla qualificada. Foi apresentada por uma mulher que diz ter sido enganada por um cliente e que exige ser indemnizada e ter até direito a pensão. Assume que era acompanhante de luxo e diz que o ‘namorado’, que lhe ofereceu um carro e uma casa, agora quer tudo de volta. Pagava-lhe também, por mês, 10 mil euros. Ainda lhe abriu uma loja no Centro Comercial Colombo, enquanto prometeu auxiliá-la durante toda a vida.
Acompanhante de luxo exige pensão a cliente

O denunciado é um diretor bancário que reside em Oliveira de Azeméis e que durante pelo menos três anos manteve uma relação extraconjugal com a acompanhante de luxo que aceitou, ao fim de três meses, fazer sexo sem preservativo. O bancário prometeu que seria o seu ‘padrinho’ e, diz agora a mulher, foi firmado um contrato verbal que não tinha data para terminar.

A acompanhante de luxo vai mais longe na queixa. Garante que além da verba acordada, o bancário quis que ela não tivesse mais problemas na vida. Ofereceu-lhe um carro Mercedes C250, que foi pago de imediato a pronto, e mais tarde trocado por outro de uma gama mais alta, além de uma casa na zona de Gondomar (avaliada em 220 mil euros).

"Fazendo jus ao seu título de padrinho", pode ler-se na queixa, a mulher recebeu ainda outra prenda. Uma loja no centro Comercial Colombo, onde o bancário gastou 50 mil euros só nas obras.

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