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António Ferreira recorda tragédia ao CM: “Matou o Caetano e pensei: sou a seguir”

Militar da GNR tem uma bala na cabeça. Foi vítima de Pedro Dias.

19 de setembro de 2019 às 01:30

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Pedro Dias
Pedro Dias Nuno André Ferreira
As instalações para as visitas íntimas dispõem de quarto e casa de banho. O encontro pode durar até três horas e cada recluso pode solicitar um encontro por mês
As instalações para as visitas íntimas dispõem de quarto e casa de banho. O encontro pode durar até três horas e cada recluso pode solicitar um encontro por mês David Martins
As instalações para as visitas íntimas dispõem de quarto e casa de banho. O encontro pode durar até três horas e cada recluso pode solicitar um encontro por mês
As instalações para as visitas íntimas dispõem de quarto e casa de banho. O encontro pode durar até três horas e cada recluso pode solicitar um encontro por mês David Martins
António Ferreira, militar da GNR, sobreviveu ao massacre de Aguiar da Beira. Foi atingido com um tiro na cabeça por Pedro Dias a 11 de outubro de 2016
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António Ferreira, o militar da GNR que foi atingido com um tiro na cabeça por Pedro Dias, a 11 de outubro de 2016, recorda ao CM a tragédia de Aguiar da Beira.

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