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Artigo exclusivo

Comandos na linha da frente para travar massacres na República Centro-Africana

Portugueses patrulham zonas raramente frequentadas por elementos das Nações Unidas.

23 de janeiro de 2022 às 01:30

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Tenente-coronel Simões Pereira comanda militares
Tenente-coronel Simões Pereira comanda militares Filipe Brito/CMTV
Militares próximos da população
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As estradas de terra laranja e as aldeias de palhotas em torno de Bambari, a segunda maior cidade da República Centro-Africana, estão desde o início de janeiro a ser patrulhadas pelos Comandos portugueses, que atuam como Capacetes Azuis das Nações Unidas no país fustigado pelos grupos armados. A missão é proteger os civis dos massacres cometidos por esses grupos cujo objetivo é extorquir as populações, colher a riqueza das minas de ouro e diamantes e controlar os caminhos de transumância. Em Bambari, há registo de mais de 150 crimes contra civis cometidos em mês e meio. Num deles, foi assassinado o presidente da câmara local.

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