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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Crime planeado durante reunião

Duas testemunhas protegidas pela polícia no caso do homicídio de Aurélio Palha, dono da discoteca Chic, no Porto, foram ontem ouvidas para memória futura no Tribunal de Instrução Criminal do Porto. Miguel Palavrinhas e Augusto Soares, os dois suspeitos da morte do empresário, anteontem detidos pela equipa especial da procuradora Helena Fazenda, foram apenas identificados. Hoje voltam a tribunal para interrogatório.

21 de janeiro de 2011 às 00:30

Os dois jovens, testemunhas--chave no processo, terão referido às autoridades uma reunião no Carvalhido onde terão estado ‘Pidá’, Mauro, ‘Beckham’, Ângelo ‘Tiné’, Leitinhos, Sandro e ainda Palavrinhas e Augusto. O grupo saiu do local com o objectivo de surpreender os irmãos Correia na discoteca Sublime, mas durante o percurso passaram na zona industrial do Porto e Palavrinhas terá disparado sobre o empresário Aurélio Palha.

A primeira testemunha protegida, ontem ouvida pela juíza, contrariou as declarações anteriormente prestadas e afirmou não se recordar de nada. Ao fecho desta edição, a segunda testemunha tinha começado a depor. Tinha já confirmado a sua presença na reunião e no carro do qual foi feito o disparo que matou o empresário da noite, Aurélio Palha, mas ainda não tinha indicado o nome do autor do crime.

Ontem, estiveram ainda presentes no Tribunal de Instrução Criminal ‘Beckham’, Ângelo ‘Tiné’ e Sandro. Como se tratam de depoimentos para memória futura, os arguidos têm o direito de ser informados do teor das declarações.

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