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Correio da Manhã

Portugal

Dragas afundadas esperam remoção em Olhão

Capitania diz que não há perigo de poluição nem para a navegação.
Tiago Griff 12 de Junho de 2019 às 08:46
Polícia Marítima junto ao local onde a draga ‘Caimão’ afundou
Polícia Marítima junto ao local onde a draga ‘Caimão’ afundou
Porto de Olhão
Polícia Marítima junto ao local onde a draga ‘Caimão’ afundou
Polícia Marítima junto ao local onde a draga ‘Caimão’ afundou
Porto de Olhão
Polícia Marítima junto ao local onde a draga ‘Caimão’ afundou
Polícia Marítima junto ao local onde a draga ‘Caimão’ afundou
Porto de Olhão
As duas dragas que estão afundadas na ria Formosa, junto às barras do Lavajo e Faro-Olhão pertencem à mesma empresa.

A Capitania do Porto de Olhão já notificou o proprietário para apresentar os planos de remoção das embarcações e garante que, para já, não há risco ambiental nem perigo para a navegação.

"Na água, o gasóleo vem para a superfície e depois evapora-se. Acreditamos que isso tenha acontecido nas duas situações e que esse combustível já se tenha dissipado", referiu ao CM André Morais, comandante da Capitania do Porto de Olhão.

A embarcação ‘Brasinhi’, de 80 metros, está afundada há 18 meses na barra do Lavajo. Já a ‘Caimão’, de 14 metros, naufragou na semana passada.

"A profundidade onde estão os barcos não põe em perigo a navegação", garante o mesmo responsável. As dragas pertencem à empresa Sofareias, que se dedica a fazer dragagens.

O tamanho da ‘Brasinhi’ e a ondulação adiaram a sua remoção. A empresa foi notificada recentemente para apresentar um novo plano para retirar a draga, tal como foi feito com a ‘Caimão’.

Os dois naufrágios já mereceram a atenção do deputado do PSD Cristóvão Norte, que questionou o Governo sobre eventuais problemas ambientais.
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